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A queda de um cartão postal: o acidente da ponte pênsil de Torres

Feita de madeira e cabos de aço, a ponte pênsil que liga os municípios de Torres (RS) e Passo de Torres (SC) é um dos cartões postais mais conhecidos do litoral sul do país.  

Mas em 2023 sua imagem ficou associada a uma tragédia: na madrugada do dia 20 de fevereiro, os cabos de sustentação se romperam, causando o desabamento da estrutura. Dezenas de pessoas caíram no Rio Mampituba. Um jovem de 20 anos morreu. 

O laudo que analisou as causas do acidente indicou que a corrosão foi determinante para o ocorrido. O documento foi elaborado pelo Instituto Geral de Perícias, com a colaboração do Laboratório de Processos Eletroquímicos e Corrosão (Eletrocorr) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 

Segundo a análise do Eletrocorr feito em partes de três cabos de aço que ficavam próximos dos pontos de rompimento, todos apresentavam corrosão em diferentes níveis de intensidade, om perda de espessura chegando a 22%. 

No dia 6 de outubro, a Prefeitura de Passo de Torres assinou o contrato para a reconstrução da ponte. O investimento, de R$ 701,8 mil, é uma parceria do município com o governo do estado. 

Perigo oculto 

Logo após a queda da ponte pênsil, as prefeituras dos dois municípios alegaram que a manutenção da ponte estava em dia. Mas com frequência a corrosão acontece de forma invisível, não sendo facilmente detectada em inspeções rotineiras. Em muitos casos, ela ocorre “de dentro para fora”, só sendo percebida quando é tarde demais. 

Este, aliás, é um dos maiores pesadelos da construção civil. Com frequência, pontes, viadutos, guarda-corpos e outras estruturas metálicas desabam por fadiga da estrutura metálica provocada pela corrosão. Os casos são mais frequentes no litoral, onde o efeito da maresia acelera a ação corrosiva em até seis vezes. 

Solução definitiva 

Técnicas convencionais de prevenção, como o tratamento de superfície e pintura, são soluções paliativas. Isso porque elas não são capazes de retirar pequenas partículas de oxigênio do metal. São elas que causam a oxidação, processo inicial da corrosão. 

Mas já existe uma solução definitiva: o Anodo Eletrônico Passivar. 

Desenvolvido por especialistas, após anos de pesquisa, o equipamento utiliza a técnica da proteção catódica por filme condutivo. Instalado na superfície metálica a ser protegida, ele forma um filme protetor sobre a estrutura que impede a troca de elétrons que leva à corrosão. Passivar não apenas impede a ação corrosiva, como também faz cessar o processo já iniciado. 

Certificado pelo Inmetro, EX e Eletrobras/Cepel, o anodo eletrônico funciona tanto em meio aéreo quanto enterrado ou submerso, trazendo uma economia de até 70% nos custos de manutenção.

Faça contato pelo nosso canal de atendimento pelo WhatsApp (21) 99961-0522.


 

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